Caro colega:
Segue aqui a primeira reunião à distância, espero que seja bem
proveitosa no conforto do seu lar.
Aguardo comentário da parte que você achou mais relevante.
Um abraço
Gravataí, 20 de abril de 2012
Magda Rejane dos Santos - S.S.E
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FORMAÇÃO
DEFICIÊNCIAS, MARIO QUINTANA
Ingredientes: Sempre haveremos de precisar uns dos outros...
"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.
"A amizade é um amor que nunca morre."

O que me chama a atenção, colegas, é o fato de que encaramos a inclusão como mais uma tarefa que nos empurram goela baixo. O segundo ponto de atenção, quando já admitimos que temos mesmo que realizar esta inclusão é o pensamento padrão quando pensamos em pessoas portadoras de deficiências: É possível e como é possível superar estas deficiências? Claro que fazemos isso mentalmente já buscando na memória uma solução quiçá já conhecida. Penso que devemos, antes de qualquer coisa, interagir com os pais destas crianças, descobrir suas necessidades e limitações para agirmos dentro de nossa capacidade. Ao questionar em um fórum sobre educação para crianças deficientes uma colega deu uma resposta que achei uma constatação importantíssima: - O que eu não posso é sentir ou admitir sentir raiva por estar diante desta situação, diante desta criança. Preciso me colocar com toda a nobreza de minha alma, disposto a, com amor, buscar agir da melhor forma possível.
ResponderExcluirHonestamente, não me preparei ainda para esta realidade, como professor de Geografia, da área, ainda não tive este enfrentamento. Com a tecnologia as possibilidades são maiores, no entanto, esta ainda não é acessível para todos. Por outro lado, se os pais não investem na educação de seus filhos “normais” não seria absurdo esperar que estes venham a deixar que a escola busque uma solução para seus filhos deficientes em todos os sentidos. Muitos poucos pais sequer admitem o problema menor ainda o número de pais que estão devidamente auto informados sobre estes problemas, e, acabam repetindo sem entender o significado aquilo que outros dizem a este respeito.
Mauro de Fraga
Ainda estamos engatinhando quando o assunto é inclusão.
ResponderExcluirOs dois textos abordam o assunto de maneiras diferentes, assim como são os nossos sentimentos em relação à inclusão. O primeiro sentimento, ao saber de trabalharemos com alunos portadores de deficiência é o de apreensão: vou conseguir ajudar, vou fazê-lo aprender algo, desenvolver alguma habilidade? Em seguida, ao conhecermos cada um dos alunos “especiais”, acabamos percebendo que temos mais medo do que qualquer outra coisa.
A tarefa não é fácil, ainda mais quando contamos com poucos recursos para atender alunos de inclusão, para que possamos dar um atendimento merecido por eles. E novamente fica evidente a nossa “boa vontade”.
Já trabalhei com alunos portadores de diferentes deficiências e é inegável que, mesmo a escola não proporcionando o atendimento ideal a esses alunos, a maioria teve um grande crescimento: seja tornando-se mais independente, mais feliz no ambiente escolar, ou mesmo conseguindo usar o banheiro ou se alimentar sozinho. No entanto, não é somente isso, precisamos “despertar talentos”...tarefa nada fácil com alunos ditos “normais” ou de inclusão. Além disso, o que é útil esses alunos aprenderem, para que esse ou aquele conteúdo servirá no seu dia a dia?
Para concluir, penso que somente a boa vontade não é suficiente, há uma questão simples que não pode ser deixada de lado: o professor é preparado para atender tal aluno, deseja trabalhar com inclusão?
Luciana Martins
A inclusão de alunos portadores de deficiência ocorre em nossas escolas pelo pais todo, acredito que, dá mesma forma que em nosso município.Somos comunicados que teremos tais alunos apartir de agora.O que nos resta a fazer? Compartilhar com nossos colegas nossas dúvidas e receios de como poderemos atender à essa criança?Como conseguiremos realmente contribuir para o crescimento formativo desse ser humano?
ResponderExcluirContinuo com o pensamento de que em relação às escolas, as entidades mantenedoras comportam-se como"deficientes" na questão inclusão.Os monitores, a estrutura, a informação técnica sobre o problema que acomete aquela criança chegam depois, quando chegam e novamente fica o professor responsável de atender esse aluno e os "ditos normais".Primeiro chega o aluno depois se pensa oque é possível ou necessário fazer na escola.E dessa maneira vai se levando.Que inclusão é essa?
No que se refere a inclusão as teorias e as leis mostram como um processo simples,enquanto que na prática sabemos que ocorre de forma bem diferente e com falhas em todos os aspectos . A palavra incluir ultrapassa o "conviver" ,dar garantia de acesso e matrícula ao aluno de inclusão é a utopia do momento na educação brasileira, pois a escola e nem o grupo docente tem preparo para atender este aluno ,para as mantenedoras são estatísticas para provar que a inclusão acontece . Mas no cotidiano o que percebemos é que pouco sabemos ,pouco fazemos e nesta questão percebo o professor cada vez mais angustiado a ter que lidar com mais esta situação em sala de aula .
ResponderExcluirEm nenhum momento acredito que tenhamos enquanto sociedade excluir ,mas incluir garantindo ao aluno de inclusão que possa desenvolver suas aptidões, com profissionais adequados , com estrutura física e tecnológica para que a escola cumpra seu papel de transmitir conhecimento e que dentro de suas especificidades este aluno cresça como indivíduo e como ser social . Quando isto acontecer só assim estaremos caminhando para uma inclusão nas escolas , enquanto isso somos mais uma vez produtos da utopia educacional .
A ideia é maravilhosa mas o que falta é uma estrutura adequada, capacitação profissional, também cumprimentos de leis que regulam o numero de alunos por sala de aula sendo eles pela inclusão ou pelo tamanho da sala de aula, é fundamental que existam monitoras. Acredito que itens básicos como esses são necessários para que projeto tenha exito no seu proposito.
ResponderExcluirClaudia Regina
ResponderExcluirO mais dificil é o olhar que se tem sobre a inclusão. Creio que incluir não é fazer o aluno com deficiência ficar igual aos outros alunos, mas conhecê-lo o suficente para fazer com que supere seus limites e amá-lo pelo simples fato de ser humano.
Lígia Mara
ResponderExcluirIncluir é aceitar o aluno deficiente, respeitando seu tempo e suas limitações. O assunto inclusão é muito recente, e ainda estamos engatinhando. Mas o pouco que fazemos, é muito importante para aquela pessoa que possui muitas limitações e sofre muitos preconceitos .Já acompanhamos vários alunos com necessidades especiais e vimos o crescimento deles como pessoa. Sei que os alunos com necessidades especiais, não chegarão ao último ano da escola resolvendo equações, como os ditos alunos normais. Mas sei algum crescimento terão. Para mim, isso é inclusão.
Ivanir
ResponderExcluirA inclusão faz parte do nosso dia-a-dia, nos diversos graus, intensidade e idades, não temos como negar. Está garantido na lei muitos direitos do aluno portador de deficiências, como a matrícula, a acessibilidade, monitores para auxiliá-los na aprendizagem, sala de recursos para atendê-los especificamente, etc. porém não nos basta para dar conta dessa tarefa tão difícil que é educar. Somos profissionais que fazemos milagres em relação a esses alunos, pois acredito que a maioria que se depara com este desafio, se dispõe de coração a fazer o possível para que os mesmos sejam acolhidos e incluídos na escola e na sociedade, onde sempre aprendem algo significante.
O grande desafio não é somente a inclusão e sim a difícil tarefa de educar a maioria das crianças atualmente, porém acredito que estamos no caminho certo, dentro das nossas limitações.
Colegas!
ResponderExcluirNos dias atuais está sendo cada vez mais difícil a tarefa da convivência,mas estamos nos empenhando nesta caminhada que é a inclusão, mas inclusão não é só estar na escola, é interagir e integrar.
A tarefa de educar compete a TODOS, não só a escola e professores,mas principalmente dos pais que são os primeiros educadores de seus filhos.
Temos que ver a inclusão com os olhos do futuro,e estarmos dispostos a aprender sempre,nossos alunos com deficiência precisam de nós,nosso desafio será sempre o aprendizado deste aluno que tanto almeja aprender.
È inevitável que nós estejamos sempre buscando novas formas de ensinar,enfocando o desejo de ensinar,e,incluindo sempre que possível.
A pessoa com deficiência tem os mesmos direitos que a pessoas normais,no entanto, temos que respeitar suas limitações e incentivar apar que tenha bons aprendizados.
Catarina Malesczyk
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirMário Quintana com toda sua sensibilidade nos fala de tantas deficiências que não "vemos" e nem "percebemos" em nós mesmos no nosso dia-a-dia ( que pena), concordo plenamente com as palavras muito bem colocadas por nossa colega Lígia quando diz que "fazemos pouco por nossos alunos de inclusão" já que também temos nossos próprios limites, tanto na parte pedagógica, como na parte de recurssos de acessos a estes portadores de deficiência, falta de monitores e etc... estamos aprendendo a lidar com estas novas situações, mas o mais importante que ela comentou e que deve ser sempre lembrado por todos nós educadores é que este "pouco" é "MUITO" para estas crianças, e todo e qualquer aluno sempre será o objetivo maior da escola e de quem nela trabalha.
ResponderExcluirSegundo Mantoan "Inclusão é a nossa capacidade de entender o outro, e assim, ter o privilégio de conviver e compartilhar com pesssoas diferentes de nós". Concordo em parte com o autor pois, o educador tem uma tarefa que vai muito além de conviver e compartilhar, possui o dever e o compromisso de ensinar. Apresentar sim o conteúdo formal, afim de que o educando seja incluso nas mais diversas áreas da sociedade, atuando como um cidadão consciente de seu papel. Para que isso ocorra é necessário um grande envolvimento da sociedade organizada com políticas públicas realmente voltadas a inclusão oferecendo estruturas físicas, profissionais capacitados (educadores, pedagogos, neurologistas, fisioterapeutas, psiquiatras, psicólogos...) diagnosticando precisamente e apontando as principais interferências para a solução ou a amenização dos problemas.
ResponderExcluirInclusão não é apenas colocar o aluno com necessidades especiais numa turma de ensino regular sem dar o apoio e atenção que ele necessita e merece. Quando isso ocorre muitas vezes o aluno acaba sendo excluído.
ResponderExcluirÉ necessário uma rede de apoio para que de fato ocorra a inclusão. O aluno é da escola, do município não apenas do professor regente. É preciso que haja recursos materiais e humanos para que ele progrida mesmo com suas limitações.
A inclusão já é uma realidade em nossas escolas, mas a legislação ainda não é cumprida nem respeitada como o limite de alunos numa turma de inclusão, a monitora, a formação específica para o professor entre outros apoios farão a diferença para que nosso aluno com necessidades especiais progrida e que possamos nos sentir realizados sabendo que juntos fizemos a diferença em sua vida.
Não sou contra a inclusão e sim da maneira com que ela é feita.
Vejo a inclusão como algo importante , me coloco no lugar das mães,das famílias que não é fácil esta realidade para enfrentarem sozinhas . Acho que a escola está aí para ajudar ,mas também ensinar o que me aflige é que não temos o preparo ,nem os recursos para realmente dar o suporte para estas crianças crescerem . O professor se esforça para deixar a situação melhor ,mas não é função só dele e sim de todos para garantir os seus direitos.
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